Developer Quality
1) Objetivo e Escopo
Garantir que mudanças em MCP server, indexer, infra e docs técnicas passem por validação proporcional ao risco com feedback rápido e reproduzível.
Trigger policy
- •Disparar quando o pedido mencionar testes, cobertura, regressão, lint, typecheck, pre-commit, qualidade de PR, estabilidade de pipeline ou contrato entre módulos.
- •Disparar quando houver suspeita de quebra silenciosa ou necessidade de ampliar matriz de validação.
- •Não disparar para implementar lógica de negócio principal sem foco de validação (delegar para skill de domínio:
developer-mcp-server,developer-indexer,developer-vector-db,developer-infra,developer-docs).
2) Entradas esperadas
- •Escopo da mudança e risco esperado (baixo/médio/alto).
- •Componentes afetados (MCP server, indexer, Qdrant schema, infra).
- •Estado atual de testes/lint/typecheck e lacunas conhecidas.
- •Critério de aceite mínimo (ex.: sem regressão, contrato preservado, cobertura mínima).
3) Workflow (Discovery -> Plan -> Implement -> Validate -> Deliver)
- •Discovery
- •Mapear tipos de teste existentes e pontos sem cobertura.
- •Identificar contratos críticos que devem ser protegidos.
- •Consultar
references/checklist.mdpara matriz mínima por risco.
- •Plan
- •Definir plano de validação incremental (rápido -> profundo).
- •Priorizar testes próximos da mudança antes de suites globais custosas.
- •Implement
- •Criar/ajustar testes unitários, integração, e2e e de contrato quando necessário.
- •Ajustar lint/typecheck/pre-commit de forma objetiva e sem ruído.
- •Validate
- •Executar comandos planejados e registrar resultado de cada etapa.
- •Confirmar ausência de regressão funcional e de compatibilidade.
- •Deliver
- •Entregar plano executado, artefatos de validação e próximos passos para cobertura remanescente.
4) DoD
- •Mudança crítica tem teste automatizado cobrindo caminho feliz e falhas relevantes.
- •Contratos entre módulos sensíveis têm validação explícita.
- •Lint e typecheck passam sem ignorar erros novos.
- •Regressões conhecidas estão bloqueadas por teste ou documentadas com plano de mitigação.
- •Comandos de validação são reproduzíveis no ambiente local/CI.
5) Guardrails
- •Não mascarar falhas com skips indiscriminados ou mocks irreais.
- •Não inflar cobertura com testes sem assert relevante.
- •Não quebrar suites existentes para aprovar mudança pontual.
- •Não misturar refatoração ampla com correção de teste sem necessidade.
- •Não criar
scripts/nesta skill sem necessidade determinística comprovada.
6) Convenções de saída
- •Sempre devolver: (1) plano de validação, (2) mudanças de teste/lint/typecheck, (3) comandos e resultados, (4) risco residual.
- •Sempre indicar o que foi validado localmente e o que depende de CI.
7) Exemplos de uso (prompts)
- •"Crie uma matriz mínima de testes para a nova tool MCP e evite regressões de contrato."
- •"Ajuste lint e typecheck do módulo alterado sem mexer em áreas não relacionadas."
- •"Adicione testes de integração para indexação incremental e operação no Qdrant."
- •"Defina gates de qualidade para PR com foco em feedback rápido e confiável."
- •"Padronize critérios globais de qualidade do CI e explicite quando acionar
developer-testerpara bugfix e regressão localizada."
8) Anti-exemplos (quando não usar)
- •"Implementar endpoint/tool nova no NestJS" -> usar
developer-mcp-server. - •"Refatorar algoritmo de chunking" -> usar
developer-indexer. - •"Mudar configuração da collection Qdrant" -> usar
developer-vector-db. - •"Escrever guia de onboarding técnico" -> usar
developer-docs. - •"Reproduzir bug específico e criar teste antes/depois" -> usar
developer-tester. - •"Executar smoke e2e de uma mudança pontual" -> usar
developer-tester.